Até o início da decada de 70 as pessoas invejavam os críticos de cinema e os cronistas eportivos, q podiam ver de graça tantos bons filmes e tantos bons jogos; hoje ninguém causa tanta pena aos bons cristãos qto os críticos de cinema e os cronistas esportivos, obrigados a ver tanta merda.
A situação dos cronistas esportivos é pior! Os estádios não teem ar condicionado, as cadeiras são excelentes pra condenados a morte, a platéia é o ululante horror, o fanático é o monstro por excelência, as companhias são feias, inexiste serviço. E ter de ir a Ponta Grossa ou a Paranaguá, sinceramente, realmente… É preferível tratar canal sem anestesia.
Qdo Shaw esteve em NY foi convidado a ver de perto a estátua da liberdade:
- Meu senso de humor não chega a tanto, respondeu.
PP
Nos bons tempos as salas de cinema eram horríveia, mas os filmes muito bons; hoje as salas são ótimas, mas os filmes umas merdas vivas. O mesmo vale pro velho, pro rude esporte bretão. Q não é mais esporte e a medida q envelhece fica mais rude.
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1 Márcio Aurélio Landoski // mar 10, 2010 at 18:31
É com bastante tristeza que reconheço a finitude criativa dos operadores da sétima arte.
Resta-nos assistir aos antigos. Ainda bem que uma vida só não é o bastante para conferir tanta produção interessante.
Com relação ao extraordinário esporte britânico a mesma sina: grosseria generalizada, lesões corporais dolosas travestidas de “virilidade”, criminosos fantasiados de torcedores (des)organizados,
esquemas táticos entediantes, pragmatismo por resultados que faz fenecer a plasticidade estética daquele que deveria ser um entretenimento que aludisse à saúde, à confraternização e à alegria.
Triste fim de Policarpo Quaresma…
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