PQP! Lula é débil mental de babar na gravata! Como pode colocar no mesmo saco preso político com bandido comum? E preso político q faz política, não guerrilha? Preso político q usa as armas políticas clássicas – palavra, persuasão? Me refiro ao preso político cubano q também faz greve de fome após outro preso ter morrido de inanição na sórdida prisão da sórdida ilha dos sórdidos barbudos!!!
Veja bem. Acho tipos como marighela, por exemplo, piores q o Escadinha. Acho os autodenominados revolucionários piores q os bandidos comuns. Mas estes presos políticos cubanos são opositores desarmados! E o lula os compara com presos comuns, bandidos clássicos?! PQP! Idiota! Esta revoltante declaração merece impeachment.
É por estas e outras q não vejo a hora dessa gentalha sair do poder! Ao invés de usar seu posto&prestígio para aliviar a barra dos pobres coitados presos políticos – esta indignidade ditatorial/totalitária – o sapo barbudo vem e dá uma merda de entrevista como esta. E pra AP! Espero vaias, assobios, críticas do mundo todo sobre a boçal cabeça do pateta lula.
6 responses so far ↓
1 rolf // mar 10, 2010 at 17:52
Pois é. Mais grave que a colunista, que diz “mãe, obrigado por você ter me tido”, é quem avisa aos “companheiro” que “os pobrema nos aeroporto tá resolvido”.
2 Clelio T. Jr // mar 10, 2010 at 19:01
Nego, por falar em Marighela, o que você vai fazer sexta-feira? Veja que supimpa…
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/como-glorificar-um-homicida-ou-%e2%80%9calo-leitores-do-parana-vamos-debater-o-legado-do-heroi-marighella/
3 side // mar 10, 2010 at 20:15
O lula nao é débil mental,é malandro .Débil mental é quem vota nele.
4 Pedro // mar 10, 2010 at 21:34
Não percam:
Grupo encena peça de rua sobre Marighella nesta sexta
O grupo “Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz”, de Porto Alegre (RS), apresenta nesta sexta-feira (12/3) em Curitiba o espetáculo de rua “O Amargo Santo da Purificação – Uma Visão Alegórica e Barroca da Vida, Paixão e Morte do Revolucionário Carlos Marighella”.
O início da peça está marcado para as 16 horas, na Praça Rui Barbosa. Em caso de chuva forte, o espetáculo será transferido para o sábado, no mesmo horário e local.
Com patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, o projeto percorrerá ao todo doze cidades brasileiras.
Na sequência de cenas da peça, o público assiste a diversas passagens da trajetória de Marighella: origens na Bahia, juventude, poesia, ditadura do Estado Novo, resistência, prisão, democracia, constituinte, clandestinidade, ditadura militar, luta armada, morte em emboscada.
“É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções”, diz a sinopse. “Marighella não abdicou ao direito de sonhar com um mundo livre de todas as opressões. Viveu, lutou e morreu por esse sonho.”
A peça parte de poemas escritos por Marighella que, transformados em canções, são o fio condutor da narrativa. Com o uso de máscaras e de elementos da cultura afro-brasileira, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança.
Professor de estudos teatrais da UFPR e integrante do grupo de pesquisa Literatura e outras Artes, Walter Lima Torres ajuda a coordenar a agenda do grupo em Curitiba.
“Trata-se de um grupo bastante consolidado, um dos mais importantes da região Sul”, afirma Torres, que inclusive já assistiu à peça meses atrás em São Paulo. “Como espectador, posso dizer que eles tratam de um assunto contundente, mas de uma forma bastante alegórica, leve, com uma narrativa colorida que sensibiliza e atrai públicos de diferentes faixas etárias.”
5 Pedro // mar 10, 2010 at 21:37
Melhor ainda deve ser a mesa redonda sobre o assassino. Atentem para os debatedores:
Debate e palestra
O grupo também participa de outras três atividades em Curitiba. Na manhã de quinta-feira (11), os integrantes realizam a palestra “Ói Nóis Aqui Traveiz – 30 anos: O Teatro de Rua no Brasil”. O evento acontece às às 10 horas, na Companhia Senhas de Teatro, localizada na rua São Francisco, 35.
No mesmo dia, às 18 horas, integrantes do grupo participam de uma mesa-redonda sobre Carlos Marighella, política e repressão, no Teatro da Caixa.
Também estarão presentes no debate Judite Trindade, professora do Departamento de História da UFPR e ex-presa política; Silvia Calciolari, mestre pela UFPR em Sociologia das Organizações e diretora do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná; e Narciso Pires, integrante do Tortura Nunca Mais e ex-preso político. A mediação cabe a Walter Lima Torres.
6 Paulo Roberto Urbano da Cruz // mar 12, 2010 at 18:25
Ainda bem que morreu, porque se seu sonho se realizasse nos estaríamos mortos ou em algum calabouço, gozando das beneces do paraíso socialista.
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